Recomendo a leitura
João José Saraiva da Fonseca
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 00h06
[]
[envie esta mensagem]
|
Educação Permanente
Educação Permanente
As fronteiras do conhecimento têm sido expandidas, questionando verdades, derrubando mitos, construindo novos paradigmas, ultrapassando os limites dos espaços geográficos e sociais, e gerando uma multiplicidade de informações de difícil assimilação pelo ser humano.
Vivemos num mundo que se transforma, que nos transforma e que é transformado por nós. O resultado mais visível desse processo de transformação tem sido a rápida obsolescência do conhecimento, obrigando as pessoas a se atualizarem continuamente. Essa necessidade de educação permanente consolida a idéia de que o ser humano precisa ser um eterno aprendiz.
O ambiente corporativo atual requer não mais o trabalhador robotizado, que consiga executar uma seqüência de operações mecânicas, privilegiando atividades sensório-concretas, mas sim o trabalhador que possa executar atividades de abstração, com capacidade analítica que suporte linguagens diversificadas.
A cooperação, a participação, a responsabilidade, a capacidade decisória e de intervenção são atributos a serem assimilados e praticados por este novo tipo de profissional, um novo trabalhador, com uma boa formação geral, com capacidade para perceber fenômenos em processo, formular análises e propor soluções, com maior autonomia e senso de responsabilidade organizacional.
Nesta lógica, os ambientes de trabalho necessitam transformar-se em ambientes de aprendizagem permanente. Nesse contexto podemos contribuir para o crescimento organizacional, auxiliando as corporações a implementar e operar sistemas de educação continuada com base na Internet.
Fonte: http://www.ecuiaba.com.br/
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 13h24
[]
[envie esta mensagem]
|
Educação Corporativa
As maiores empresas mundiais e brasileiras têm sido obrigadas a repensar a sua política de capacitação e treinamento de recursos humanos, premidas pela necessidade de permanente atualização tecnológica e de melhoria dos seus modelos de gestão, conseqüência da globalização dos mercados. Esta necessidade de treinamento é mais nítida nos escalões intermediários, ou média gerência, pelo maior contingente de pessoal envolvido.
Para a manutenção da competitividade é fator estratégico a busca de um modelo que permita treinamento rápido, simultâneo, em larga escala e a baixo custo de executivos e trabalhadores geograficamente dispersos. Além destes atributos, o modelo de treinamento deve evitar o afastamento do executivo ou do trabalhador de seu posto de trabalho, que pode significar custos da ordem de milhares de reais. No Brasil, devido às suas dimensões continentais, o problema torna-se mais grave para as organizações com unidades geograficamente dispersas, onde o custo total de treinamento envolve itens adicionais como diárias/despesas de acomodação e passagens.
Os métodos convencionais de educação corporativa não têm respondido adequadamente às reais necessidades qualitativas e quantitativas das empresas, na velocidade que elas necessitam. As instituições educativas atuais, em sua maioria, possuem estruturas muito fechadas e burocratizadas que são um obstáculo para o processo formativo. Necessita-se de modalidades mais leves, mais flexíveis e que ofereçam alternativas que correspondam às realidades das organizações e das pessoas que buscam o conhecimento de forma continuada.
Neste cenário, a Educação a Distância baseada na Web, popularizada mundialmente como e-Learning, vem sendo apontada e convocada para assumir este desafio, por ser economicamente mais barata, socialmente mais democrática, pedagogicamente mais inovadora e dinâmica e capaz de atender às demandas corporativas.
Fonte: http://www.ecuiaba.com.br/
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 13h23
[]
[envie esta mensagem]
|
Distance learning adds flexibility to student schedules
Distance learning adds flexibility to student schedules
Imagine going to class in your underwear.
Distance learning can make it possible.
Through online courses and high tech classroom set-ups, students are finding alternative ways to earn a traditional degree.
Distance Education "serve those non-traditional students that may be living somewhere else, or working, and are trying to get that degree,"
Even traditional students benefit from the flexibility distance learning provides, he said. Students are now able to leave campus but still stay on the path to their degree.
Even for students on campus, distance learning gives students the flexibility to fit their school and work schedules together.
Distance learning courses are taught in multiple ways. Online courses are offered, as well as classes that are taught in classrooms equipped with televisions, cameras and microphones. These rooms allow the class and professor to interact despite the miles that separate them.
The biggest limitation with distance learning right now is how do you develop the interactions you have in a regular classroom?
Fonte: Distance learning adds flexibility to student schedules publicado em Exponent online em 14/02/2004
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 09h50
[]
[envie esta mensagem]
|
OBJETOS DE APRENDIZAJE
Leia aqui o texto OBJETOS DE APRENDIZAJE de Lorenzo García Aretio.
O autor analisa no texto alguns aspetos básicos sobre os objetos de aprendizagem e a sua utilização na educação.
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 20h34
[]
[envie esta mensagem]
|
Cuidados na migração de professores para o ambiente virtual de aprendizagem
A migração de professores da aula presencial à virtual começa com a experiência de ser aluno on-line e, portanto, de passar também por um processo de ambientação on-line. Mas prossegue com um processo sério de reflexão sobre o que é aprender e o que é ensinar e sobre como isto pode acontecer on-line. Eu costumo definir este processo como um processo de "conversão" pedagógica. O mundo virtual é um outro mundo. Exige uma abordagem pedagógica especifica que aproveite o que de melhor ele oferece para o processo de ensino-aprendizagem. Não levar isto em consideração tem resultado em cursos muito ruins. Aliás, uma grande confusão em educação on-line tem sido chamar de "curso" o que não é curso...
Na educação presencial em geral temos muita clareza sobre o que é um livro, uma apostila, e o que é um curso. Mesmo que na capa esteja escrito, digamos, "Curso de Geometria", ninguém imagina que ao comprar e ler o livro estará fazendo um curso de Geometria. Um livro, mesmo que tenha o titulo de "curso", é um livro, não um curso, e ninguém tem o menor problema em fazer esta distinção. Todos entendemos que ele pode ser um bom recurso didático em um curso, um elemento auxiliar - mas não é um curso...
Não existe esta mesma clareza quando se trata de internet. Fico impressionado com a facilidade com que se aceita hoje que um website com o nome de "curso" seja confundido com um curso. Muita gente acredita que ao navegar num site está fazendo um curso, só porque colocaram no site o nome de curso.
Ora, um website, mesmo que tenha o nome de "curso", não é um curso, é uma publicação eletrônica. Pode ser um bom recurso didático, assim como um livro. Mas não pode ser confundido com um curso. No entanto, com muita freqüência faz-se esta confusão. Basicamente porque falta reflexão séria, aprofundada, sobre o que é educação on-line, o que é ensinar e aprender em redes informatizadas.
O professor que tem maiores dificuldades para adaptar-se ao meio virtual não é o tecnofobo ou o que tem dificuldades de adaptação com a tecnologia. Dificuldades de adaptação operacional são facilmente resolvidas. Quem tem mais dificuldade de adaptar-se ao ambiente virtual de ensino-aprendizagem é o professor que só se sente seguro quando o aluno está calado. Este professor tem dificuldades com a interação social em sala de aulas, seja ela virtual ou não. Por isto tende a utilizar a internet da mesma maneira, sem permitir interação entre pessoas. Seu modelo pedagógico pressupõe que sua função principal é a de distribuição de informações, a transmissão de conteúdos. O professor que se adapta com mais facilidade é o que trabalha de maneira cooperativa, que abre espaço para as colocações de seus alunos, que trabalha dentro de um processo de intensa troca mútua, comunitária, de todos com todos, alunos e professor. Este professor percebe melhor o imenso potencial das comunidades virtuais de aprendizagem colaborativa. Pode até ter alguma dificuldade inicial de apertar o botão certo e clicar no lugar certo da tela, mas isto ele logo supera. Para este perfil de professor a "conversão" pedagógica é mais suave e, geralmente, mais bem-sucedida.
Fonte: Entrevista de Wilson Azevedo concedida ao portal da UVB (Universidade Virtual Brasileira) adaptada para fins didáticos por João José Saraiva da Fonseca
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 18h47
[]
[envie esta mensagem]
|
Cuidados na migração de alunos para o ambiente virtual de aprendizagem
A adaptação de estudantes ao ambiente virtual vai além do mero adestramento técnico-operacional. O ambiente on-line caracteriza-se por uma experiência com o tempo e o espaço diversa daquela que encontramos em ambientes presenciais, uma temporalidade multi-sincrona e um espaço fundamentalmente comunicacional, não-físico.
Não é uma questão de aprender a navegar na internet ou de aprender a usar o e-mail. É uma outra temporalidade dentro da qual o aluno precisa aprender a agendar-se e um novo espaço no qual precisa aprender a se movimentar, uma sensação de contigüidade sem simultaneidade que a maioria daqueles que iniciam cursos on-line nunca experimentou antes.
Mas é também uma outra experiência em termos de sociabilidade, uma intensa troca interpessoal e comunitária sem o contato face a face. Estas coordenadas temporais, espaciais e sociais definem uma outra ecologia pedagógica à qual o estudante precisará adaptar-se. Sem dúvida, esta adaptação não é fácil, por mais familiarizado que o estudante esteja com o software e o hardware.
O maior risco é confundir este processo psico-pedagógico de ambientação on-line com o mero adestramento técnico-operacional. Considerar apto e ambientado um aluno apenas porque sabe clicar nas áreas corretas da tela é não compreender os aspectos que realmente importam num processo de ambientação on-line.
A principal solução para esses problemas está em levar a sério a necessidade psico-pedagógica de ambientação; está em desenvolver um programa de ambientação com alunos que ingressam pela primeira vez num curso on-line. Um processo mal-sucedido de ambientação on-line pode afetar o rendimento de alunos on-line e, por isto, precisa ser encaminhado com todo cuidado.
Um bom programa de ambientação deve fazer o aluno sentir o que chamamos de "vertigem" virtual, um pouco da tontura que a mudança de referências espaço-temporais e sociais provoca. Neste processo de adaptação, o aluno precisa ser acompanhado com cuidado, pois emoções são despertadas.
O aluno precisa receber orientações que o auxiliem a administrar seu tempo numa outra temporalidade, precisa experimentar a interação entre pessoas e sentir como ela pode ser intensa, apesar da distância e da falta de contato face a face, precisa sentir que a comunicação face a face não representa a plenitude comunicacional, mas também é afetada por limitações, que comunicação, seja on-line, seja presencial, sempre importa limitações e potencialidades. É preciso criar condições e oportunidades para que ele vivencie isto e adapte-se a esta ecologia pedagógica específica do mundo virtual.
Há muito o que ser feito num programa de ambientação on-line e nada disto tem a ver com o mero adestramento operacional. Até macacos são capazes de aprender a tocar no lugar certo de uma tela. Mas aprender a ser um aluno on-line mobiliza muito mais do que o reflexo condicionado...
Fonte: Entrevista de Wilson Azevedo concedida ao portal da UVB (Universidade Virtual Brasileira) adaptada para fins didáticos por João José Saraiva da Fonseca
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 18h40
[]
[envie esta mensagem]
|
Conhecimento na palma da mão
Leia aqui o texto Conhecimento na palma da mão. O texto reflete sobre a contribuição que Palms, pockets PC e até celulares podem dar para a educação a distância, agora designada de m-learning (educação móvel).
Texto publicado por João José Saraiva da Fonseca depos de adaptado da fonte original.
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 16h35
[]
[envie esta mensagem]
|
Síntese dos elementos que os projetos de EAD devem ter de acordo com a portaria 301/98
I – Caracterização da instituição
a) Breve histórico
b) localização da sede
c) denominação
d) condição jurídica
e) objetivos institucionais, inclusive da mantenedora;
II – Carcaterização de pessoas envolvidas no projeto
a) identificação de docentes e técnicos incluindo qualificação e experiência profissional;
III – Caracterização de eventuais instituições parceiras;
IV – Caracterização da infra-estrutura física e tecnológica disponibilizada para o curso
V – Carcaterização da experiência da instituição em educação no nível ou modalidade e cursos já autorizados e reconhecidos e resultados obtidos em avaliações nacionais;
VII – Carcaterização do curso: objetivos, estrutura curricular, ementas, carga horária estimada, material didático e meios instrucionais a serem utilizados;
VIII – Descrição do suporte aos tutores e de atendimento aos alunos;
IX – Referência a atividades extracurriculares, aulas práticas e estágio profissional.
Elaborado por João José Saraiva da Fonseca
X – descrição do processo seletivo para ingresso nos cursos de graduação e da
avaliação do rendimento do aluno ao longo do processo e ao seu término.
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 14h10
[]
[envie esta mensagem]
|
Cursos a distância de qualidade e com retorno financeiro
Para Michael Moore são seis os pormenores a dar atenção por parte de quem eseja implantar cursos a distância de qualidade e com retorno financeiro:
1. Manter elevados os níveis de satisfação e motivação dos membros da equipe multidisciplinar;
2. Utilização em larga escala larga dos meios, capitalizando as forças de cada um;
3. Investimento substancial no projeto e na produção do programa;
4. Monitoração freqüente do desempenho de alunos e equipe multidisciplinar, com a intervenção administrativa para corrigir maus funcionamentos no projeto ou na funcionamento do curso
5. Treinamento preliminar e continuando em educação a distância distância para todos os membros da instituição de ensino;
6. especialização em nichos de mercado com programas com escala para recuperar os investimentos.
Fonte: Moore em THE AMERICAN JOURNAL OF DISTANCE EDUCATION, 18(4), 195–198 - http://www.ajde.com/
(Tradução e adpatação João José Saraiva da Fonseca)
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 14h03
[]
[envie esta mensagem]
|
Uma Escola Virtual na Internet e em CD-ROM
Porto Editora 'dá explicações' do 1º ao 12º ano
Aceder à Internet para ter uma aula sobre a matéria que não se percebeu bem ou obter, através de um CD-ROM, explicações relativas a uma disciplina que se considera difícil pode ser bastante útil para os estudantes. Por isso, a Porto Editora lançou a Escola Virtual, um projecto de aprendizagem à distância para alunos do 1º ao 12º ano.
A Escola Virtual é um projecto de E-learning, uma espécie de centro electrónico de explicações a que se pode ter acesso através da Internet (em www.escolavirtual.pt ) ou de CD-ROM, dedicados a várias matérias. Os conteúdos integrados são os que constam nos programas oficiais de cada disciplina e, logo, a mesma que os alunos deverão aprender nas aulas.
O objectivo deste projecto é disponibilizar um modo de aprendizagem multimédia e interactivo das disciplinas leccionadas. Segundo os responsáveis da Porto Editora, a integração das tecnologias de informação e comunicação no processo de aprendizagem é "um factor decisivo para a evolução positiva do sistema educativo". Os conteúdos disponibilizados pela Escola Virtual foram desenvolvidos por uma equipa de professores e consultores, de acordo com as orientações programáticas definidas para cada disciplina.
Depois de se inscrever no "site" e obter a palavra-passe que permite o acesso aos conteúdos, o aluno ou o encarregado de educação entram na área reservada do serviço, onde encontram uma agenda que o aluno poderá usar para se orientar, a Secretaria, a Sala de Aulas, o Centro de Recursos e o Fórum.
É na Sala de Aulas que se encontram os conteúdos das disciplinas em que o aluno se inscreveu, as quais estão organizadas por temas, tal como no plano curricular. Vários elementos multimédia - como vídeos ou imagens interactivas - acompanham o texto em que a matéria é explicada. É também aí que se encontram os exercícios que os alunos podem usar para testar os seus conhecimentos.
O Centro de Recursos e o Fórum são duas áreas que se destinam a dar apoio ao utilizador, pois, no primeiro, encontram-se materiais complementares de aprendizagem e, no segundo, é possível colocar dúvidas - posteriormente esclarecidas pelos professores que monitorizam os fóruns. A Secretaria, claro está, é o espaço em que os alunos se podem inscrever em novas disciplinas ou alterar os dados pessoais. Quem optar pela versão em CD-ROM perderá esta componente mais interactiva da Escola Virtual - mas poderá depois inscrever-se no "site" gratuitamente e passar a ter acesso a toda a informação sobre a disciplina escolhida
Fonte: Jornal público Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2005
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 12h56
[]
[envie esta mensagem]
|
AS FUNÇÕES DO TUTOR
A tutoria é um fator essencial na implementação das propostas pedagógicas de qualquer curso de educação a distância. A tutoria é um dos pontos de ligação entre o aluno e a instituição que promove o curso, quebrando a idéia de isolamento que por vezes é associada à educação a distância.
A tarefa do tutor está relacionada à motivação, orientação, mediação e ajuda ao aluno. Ele orienta de modo a que ele conheça e domine o processo individual de aprendizagem a distância, motiva a participação no curso e a interação com os restantes colegas, esclarece dúvidas de caráter acadêmico ou conceitual, corrige os trabalhos, acompanha a participação em fóruns e chat’s e contribuí para avaliação processual.
Os tutores da FGF devem apresentar o perfil de facilitador, de provedor de soluções. Sua função é acompanhar o aluno no seu processo de aprendizagem e desenvolver nele o sentimento de pertencer a um grupo e a convicção de que nesse processo não está só. Isso se dá por meio de acompanhamento permanentemente disponível, através de diversas tecnologias.
Texto original de João José Saraiva da Fonseca
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 13h14
[]
[envie esta mensagem]
|
A velocidade de acesso à rede mundial de computadores em EAD
A educação a distância tem na interação e na pesquisa o suporte essencial ao seu
desenvolvimento. A implantação de projetos de educação a distância de qualidade
obriga à interação constante entre todos os intervenientes no processo de
ensino e aprendizagem, bem como a disponibilização permanente de elementos de
consulta e pesquisa quer seja em ambientes virtuais de aprendizagem, quer em
bibliotecas on-line. O volume de interações e de informação disponibilizada é
proporcional ao número de alunos que freqüentam o curso. Nesse contexto, é
fundamental que a instituição que promove o curso de educação a distância
disponibilize aos alunos as ferramentas essenciais para a interação e pesquisa
sob pena de reduzir drasticamente as possibilidades de sucesso do curso, quer
seja pela diminuição das possibilidades de interação e pesquisa, quer seja pela
perca de credíbilidade e motivação dos alunos que tentam um acesso lento ou
impossível.
A velocidade de acesso à rede mundial de computadores do servidor da instituição
que promove o curso de educação a distância revela-se pois o ponto chave do
sucesso de qualquer projeto de educação a distância. Ela deverá não só ser
proporcional ao número de aluno, bem como prever "piques" de acesso em que o
servidor e velocidade de acesso à rede deverão responder com sucesso.
Texto original de: João José Saraiva da Fonseca
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 12h06
[]
[envie esta mensagem]
|
|
 |

|