Quantas páginas um material de educação a distância deve ter?

 

O presente texto dá resposta a uma dúvida que frequentemente surge quando se está a escrever material para educação a distância: "Quantas páginas um material de educação a distância deve ter?"

As respostas foram retiradas da transcrição do livro de:

Rowntree, Derek. 1990 (revised edition). "Writing a Self-Instructional Lesson." In Teaching Through Self-Instruction: How to Develop Open Learning Materials. London: Kogan Page, pp. 81-91.

 

"How Much to Write?

Perhaps I ought rather to say "How little?" Newcomers to self-instruction are often surprised that learners take so long to work through their materials. It is rare to find an author who under-estimates the amount of material learners can get through in a given time.

When reading for entertainment—say the latest Jacky [sic]Collins or John le Carre—people may be able to read two or three hundred words per minute. But research indicates that people studying a self-instructional text will read much more slowly. As learners, they will be pausing to take notes, or to answer questions, or simply to reflect on how their own experience or beliefs relate to the ideas in the text. They may even need to read certain sections several times.

As a very rough-and-ready estimate, you might reckon on your average reader working through self-instructional materials at the rate of about:

50-100 WORDS PER MINUTE, OVERALL.

For a one-hour tutorial-in-print, this suggests a total of (50 x 60, to (100 x 60) = 3000 to 6000 words.

With straightforward, narrative material (like this), some of your readers may exceed 100 words per minute. But with a complex, closely-reasoned argument—especially when the ideas are new to your learners and take some coming to terms with—their speed may drop to 50 words per minute, or less.

As for the questions, exercises and activities you build into your text—and these are essential in self-instruction—they can reduce the reader's overall speed yet further. Some activities may be particularly time-consuming. For instance, just the four fo llowing words—"Now interview six customers"—would be quite enough to keep your learners busy for an hour or more.

So, one cannot simply give a formula figure for the number of words that learners might be expected to cope with in a given time period. It depends on what you are wanting them to do with those words. For example, if you're wanting them to do practical work, you'll need to give them less reading to do. Likewise if you want them to study from an audiotape or draft an assignment to send to a tutor. Remember also that if you want your learners to read from some other book or printed materials, you will need to subtract the required number of words from what you might otherwise have reckoned to write yourself.

Even when the materials have been completed, it is sometimes quite difficult to predict how long the average learner will take over them. Your ability to predict will improve with practice, of course. Meanwhile, the best way to ensure you don't make unreasonable demands is to try out an early draft of your lesson on some typical learners. If they take too long, prune it ruthlessly! Early drafts often need to be reduced by 50% or more as a result of such tryouts."

Fonte original: http://www1.worldbank.org/disted/Technology/print_recorded/corr-02.html

 



 Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 17h42
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Angragogia versus pedagogia

Angragogia versus pedagogia

 

A especificidade do trabalho da educação a distância com alunos adultos

 

 

A educação a distância não pode esquecer que a grande maioria dos projetos trabalham com adultos.

Por tal motivo as propostas pedagógicas utilizadas devem ter por base os fundamentos da andragogia (educação de adultos) e que esses princípios são bem diferentes dos referenciais da pedagogia (educação de crianças e jovens).

Um dos teóricos mais relevantes da andragogia foi Paulo Freire. Algumas das suas propostas afirmam que na educação de adultos:
- “Ninguém educa ninguém, nem ninguém aprende sozinho, nós homens (mulheres) aprendemos através do mundo” (Pedagogia do oprimido)
- “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção” (Pedagogia da Autonomia).
- Não existe uma relação unívoca professor-aluno. Ambos se encontram numa relação de biunívoca de construção do conhecimento mútua e permanente.
- A aprendizagem não tem início a partir do discurso do professor. Ela é baseada no universo e cotidiano do aluno, a partir do seu interesse e motivação.
- O aluno adulto é portador de experiências que constituem um precioso recurso para a aprendizagem individual e coletiva.
- A motivação do aluno para o estudo, reside na necessidade de compreender a utilidade do que está lhe está a ser proposto para aprendizagem para a sua vida pessoal e profissional.
- Os saberes são trabalhados com base em situações problema e contextualizados em situações do dia a dia social e profissional do aluno.
- A motivação do aluno é reforçada quando são estimulados elevados níveis de auto-estima do aluno e a visualização de uma possibilidade de enriquecimento pessoal e social com o estudo.
- o aluno é respeitado nas suas especificidades culturais, sócio-culturais e de gênero.
- A avaliação é promotora do crescimento do aluno e não redutora das suas expectativas e auto-estima.
A promoção da auto-avaliação constitui desafio permanente e essencial no processo de construção do conhecimento, motivação e auto-estima.

Autor: João José Saraiva da Fonseca (janeiro de 2005)



 Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 16h54
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El modelo tradicional frente al modelo empresarial de universidad: Implicaciones para el e-Learning

 

O texto apresenta uma interessante discussão entre a postura das práticas educacionais das universidades tradiconais e das instituições educacionais de natureza empresarial.

Para ler clique aqui

 



 Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 10h16
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Contenidistas y tutores

 

Este artigo publicado no Magazine Informática Edição Año V - Nº 62 - Enero de 2005 discute a questão nem sempre pacífica em Educação a Distância da relação entre o professor autor do material didático e o tutor do curso.

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Las funciones de los docentes tutores varían según el modelo de educación a distancia adoptado por las instituciones.

En muchas instituciones la función tutorial se reduce a atender consultas administrativas o funcionales (pedidos de prórroga...) y, en el mejor de los casos, contener y estimular a los alumnos en su cursado. En otras se presupone que atiende también consultas académicas (sobre los contenidos). En estas situaciones es requisito que el docente-tutor sea también un especialista en los contenidos de la asignatura.

Aunque pareciera darse como presupuesto que los roles de contenidista y tutor los pueden cubrir personas diferentes, creemos que eso no resulta conveniente por varias razones.

  • Los contenidos no son verdades absolutas. Reflejan siempre posiciones ideológicas, doctrinarias con respecto al tema que tratan. Si el tutor difiere con esas posiciones, se vería ante la disyuntiva de:

  • Renunciar al cargo, perdiendo así su empleo.

  • Sufrir la violencia moral de ayudar a entender opiniones que no comparte (lo que hará mal, seguramente).

  • Responder burocráticamente a las consultas sobre  contenidos.

  • Diferenciar su opinión de la del docente contenidista. Ésto en sí no es necesariamente malo, ya que la controversia es un importante motor de actividades cognitivas que llevan a mejores aprendizajes, pero depende del modo en que se planteen las divergencias.

  • El desarrollo de las asignaturas incluye metodologías didácticas. El tutor puede no coincidir con esas estrategias o con las actividades diseñadas. Seguramente no las llevará adelante con la convicción necesaria.

  • Aparece un problema ético:  ¿de quién es la cátedra?. ¿Quién es el docente de la materia?

      En la enseñanza presencial superior, en las instituciones que respetan el principio de la libertad de cátedra, el tema está claro: el titular de la cátedra es quien decide sobre enfoques, criterios, metodologías. Y selecciona a sus colaboradores según sus criterios (privilegiando o no la coincidencia ideológica).

El tema no tiene solución sencilla. Porque aunque se establezca el criterio de unificar ambos roles en la misma persona, surgen situaciones  que replantean el problema.

  • Ante la renuncia de un tutor (que inicialmente fue también contenidista de la materia), no queda otra solución que incorporar otro docente para esa función. ¿Habrá que rehacer también el material didáctico? ¿o seleccionar el nuevo docente incorporando el tema de sus acuerdos y desacuerdos con el material preexistente?

  • Otra situación aparece cuando la cantidad de inscriptos en una asignatura supera la que puede atender un solo docente. En este caso la solución es más sencilla, porque se puede incorporar a ese tutor al proceso de selección, de manera de asegurar una cierta coherencia. Y trabajar posteriormente en equipo, bajo la dirección del «titular».

Estos problemas reconocen también otras variables. No es lo mismo un curso sobre manejo de planilla de cálculos electrónicos, que un posgrado de historia o literatura comparada.

En algunos casos de cursos monoasignatura, los docentes-tutores pueden formar equipos de trabajo colectivos, complementando sus capacidades personales.

En síntesis: no resulta sencillo tomar decisiones que equilibren lo deseable con lo posible y económicamente razonable.

Autor: Jorge Rey Valzacchi



 Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 09h38
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A tutoria em educação a distância

 

Esta apresentação em Power Point elaborada por João José Saraiva da Fonseca, apresenta os elementos chave da educação a distância e da tutoria.

Para analisar a apresentação deverá clicar aqui

 



 Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 20h41
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Caminhos para quem deseja implementar programas de educação a distância com sucesso

 

O famoso especialista em educação a distância Tony Bates aponta caminhos para quem deseja implementar programas de educação a distância com sucesso.

Fonte: Elearning Reports


Bates: cómo implementar exitosamente un programa de e-learning

“Para implementar exitosamente un programa de educación virtual en una organización, en primer lugar, debemos conocer y entender a los alumnos: quienes son ellos, por qué quieren tomar un curso de educación a distancia, desde dónde estudiarán (¿desde sus casas, desde sus trabajos o desde un campus local?), quién solventará económicamente sus estudios y cuánto pagarán por su formación”, señaló el Director de Educación a Distancia y Tecnologías de la University of British Columbia, Tony Bates, en el marco de una gira latinoamericana por Chile y Brasil.

“El segundo paso es construir un sólido sistema de apoyo al estudiante, que tenga en cuenta cómo son entregados los materiales de los cursos, quién desarrolla un seguimiento de los alumnos, quién los evalúa, y cómo se efectúan estas operaciones y la administración de los aprendices en un entorno remoto (registraciones, pagos de cuotas, acreditación). Un tercer aspecto a considerar consiste en decidir cuál es la mejor manera de desarrollar los materiales de aprendizaje. Mientras que la última cuestión a tener en cuenta reside en elaborar un plan comercial alrededor de todas estas decisiones, que debería incluir una valoración de la competencia, una evaluación sobre los gastos y beneficios, y un análisis sobre la predisposición de los aprendices a pagar por una propuesta educativa determinada”, subrayó Bates, que actualmente está desarrollando un programa de investigación en e-learning para la Universidad Abierta de Cataluña (UOC).

Consultado sobre los factores más influyentes que han permitido a la educación a distancia ocupar el lugar que tiene en el mundo académico, el especialista consideró que “la educación remota ha llevado al sector educativo en general a lograr mayores índices de calidad en el diseño de materiales de aprendizaje y en el soporte al alumno. Ha investigado profundamente cómo los estudiantes (particularmente los adultos) aprenden, y ha podido igualar y exceder a las ofertas educativas convencionales en lo que se refiere a calidad y a la relación costo-efectividad, teniendo como destinatario a un público mucho más difícil que el habitual”.

 

 


 



 Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 19h50
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As utilização dos dados estatísticos em EAD

 Eu tenho minhas duvidas quanto à importância, que penso ser exagerada, dada às informações estatísticas fornecidas por alguns LMS. Antes de mais nada creio que precisamos não esquecer que são estatísticas DE ACESSO, que dizem respeito ao acesso  que os usuários fazem. Ou seja, elas dizem apenas  que o usuário acessou, que paginas acessou e por  quanto tempo acessou. Nada mais que isto. Daí a  imaginar que, porque o aluno acessou, ele leu, viu ou prestou alguma atenção a alguma coisa, já é um  passo alem do bom senso, não autorizado pelos dados. Eu posso, a partir destes dados estatísticos, imaginar, supor, ter esperança de que algo foi

 feito. Mas não posso ter certeza de que foi feito.

 Esta informação estatística é importante? Sim, ela tem sua importância. Mas é bastante restrita, limitada. Não pode ser nem a informação mais

 importante e muito menos a única a ser considerada.

 E com muita freqüência este tipo de informação estatística não faz a menor falta. Isto é, dispor ou não dispor deste tipo de informação, que alguns LMS fornecem de forma extremamente detalhada e completa, pode não afetar nem positiva e nem negativamente a qualidade da aprendizagem e do

 atendimento docente.  Trata-se realmente de um recurso secundário, complementar, acessório que pode ser mesmo dispensável.

 

 Agora, mais importante que as estatísticas, coisa insubstituível, que realmente faz falta e faz diferença é o contato direto com o aluno. É por

 meio deste contato que o professor pode obter informações verdadeiramente relevantes para sua atuação docente. Se o professor mantiver contato com seus alunos porem não tiver nenhuma informação

 estatística sobre sua navegação no ambiente do curso, ele pode ter tudo o de que necessita para orientar e incentivar a aprendizagem. O contrario, no entanto (ter estatísticas e não manter contato

 com os alunos), pode não favorecer o seu trabalho.

 

 Ou seja, esta é a importância da estatística de acessos: se você NAO tiver, você pode obter através do contato com os alunos a informação que realmente importa. Porem, se você tiver, você obtém por meio dela informação limitada, que diz pouca coisa sobre o aluno alem do acesso que ele fez ao ambiente.

 

Fonte: Comentário de Wilson Azevedo na lista ead-l@listas.unicamp.br

 Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 18h17
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Los juegos seducen al e-learning

Nicolás Hellers (Editor General e- Learning América Latina)

La mayoría de las universidades, escuelas de negocios y corporaciones de todo el mundo, están incorporado los juegos de simulación de negocios individuales, grupales e interinstitucionales, con el objetivo de poner a prueba las competencias de management de sus alumnos en la resolución de las situaciones más complejas y cambiantes del mercado internacional. Analizamos la tendencia.

Empresas, instituciones educativas, gobiernos y proveedores le están cambiando la expresión del rostro a la educación. Con mucha creatividad y una fuerte incorporación tecnológica, los juegos están invadiendo los procesos de aprendizaje, al tiempo que cambian los criterios pedagógicos. Una tendencia que puede observarse con mayor claridad en el sector del e-learning, donde la dinámica de los procesos formativos favorecen la incorporación de este tipo de prácticas.

El creciente interés que despiertan los aspectos lúdicos de la educación online, puede verse en las numerosas audiencias que concentran las conferencias que abordan el juego en entornos virtuales de aprendizaje. Como ocurrió, a principios de diciembre en Online Educa Berlín 2005, con la sesión “Games and Simulations”, de la que participaron Armando Mann (Argentina), Sabine Hemsing (Alemania), Frank Boosman (Estados Unidos) y Waleed Salem (Alemania), junto a una asistencia de varios centenares de personas.

En alguna oportunidad Sigrid Loos se refirió a esta cuestión, al hablar sobre la necesidad general del hombre de sentirse parte de un grupo. “El juego es un lenguaje y como tal permite que las personas se comuniquen y se unan entre sí”, afirmó.

“El aprendizaje puede tornarse un proceso aburrido, falto de elementos motivadores y emocionales. En la educación a distancia la dificultad es mayor debido a la soledad inicial del alumno frente a la computadora y la dificultad de reemplazar el entorno social del aprendizaje cara a cara por uno virtual”, analizó el CEO de AXG Tecnonexo, Armando Mann.

“Al igual que otras modalidades de educación a distancia, el e-learning sufre un alto grado de deserción de los alumnos por falta de motivación y de compromiso con los otros seres virtuales. Por estos motivos, el juego multimedial, combinado con el cooperativo, constituyen estrategias importantes en este tipo de modalidades. Las actividades lúdicas pueden ayudar a motivar al alumno y retenerlo hasta que complete sus estudios”, indicó el ejecutivo de la compañía líder en soluciones de e-learning en Latinomérica.

La opinión de Mann no es ajena al resto de los especialistas del mercado, quienes consideran que el uso de juegos educativos tenderá a crecer aún más durante el 2005, principalmente en la educación online. "La enseñanza actual es totalmente pasiva. Hay un profesor transmitiendo conocimientos y una persona que los recibe pasivamente. Cuando se incorpora un juego al proceso, el alumno sale de esa pasividad", sostuvo el brasileño André Battaiola, profesor de la Universidad Federal de Paraná (UFPR), en recientes declaraciones a Universia Brasil.

La experta en educación corporativa de la Universidad Veiga de Almeida, Sônia Pucci Medina, consideró que no es una novedad la llegada de los juegos a las empresas, aunque destaca la creciente importancia que se les está dando en los procesos de capacitación actuales. "Todo lo que sea usado para contextualizar lo cotidiano de forma simple y natural es un instrumento válido para el aprendizaje", advirtió. "Pero los juegos son muy antiguos, y las empresas precisa observar con más cuidado en cómo tratar estos instrumentos de forma eficaz dentro del proceso educativo".

Hoy existe un fuerte consenso entorno al enorme potencial de estos recursos. “Cuando se crea una animación para un juego, se presentan varias posibilidades de desdoblamiento de la acción, lo que crea una situación muy propicia para aplicar contenidos didácticos en experiencias de entrenamiento", apuntó Marcos Magalhães, Director de Anima Mundi.

En Brasil, por ejemplo, ya existen polos de desarrollos específicamente dedicados a la creación de juegos para el aprendizaje, mientras que China, Japón y África presentan mercados en expansión para este tipo de productos.

Según Paulo Vasconcelos (Universidade Anhembi Morumbi), no se pone mucho cuidado en el desarrollo de los juegos, que son creados sólo en base a preocupaciones técnicas, cuando en realidad es preciso estudiar las relaciones de colores y tamaños, entre otras cuestiones. “Un juego con demasiados objetos solo hace que una criatura se aburra”, ejemplificó.

En una investigación periodística recientemente efectuada por Universia Brasil se concluyó que la educación a distancia es un gran motivador del crecimiento de las actividades lúdicas en los procesos educativos, y que hoy los juegos digitales se están consolidando como objetos de aprendizaje. Principalmente gracias a la mejoría de las condiciones de conexión, que entregan mayores posibilidades de interacción e interfases más dinámicas y amigables respecto del usuario.

“El e-learning nos brinda la posibilidad de convertirnos en verdaderos protagonistas de nuestro proceso de aprendizaje, mientras que la tecnología nos ofrece -entre otras cosas - velocidad, interactividad y la posibilidad de colaborar e interactuar con otros, a través de diversas herramientas y canales. La experiencia de navegar en Internet, recorrer hipertextos, enviar e-mails y chatear, es –justamente- como un juego en sí mismo, un viaje o una aventura que emprendemos, tanto los consumidores como los productores de este mundo virtual”, explica Lucio Margulis en un capítulo de su autoría publicado en el libro “Contenidos de e-learning (AXG Tecnonexo, 2004)”.

En efecto, la relación entre el e-learning y el juego comienza a partir de esta dinámica lúdica planteada por la navegación a través de hipertextos. “Las características determinantes del fenómeno lúdico (la libertad, la dualidad, el espacio y tiempo propios, el automovimiento, el azar y la doble productividad) se relacionan con el "libro-juego" en general y con la narrativa hipertextual, en particular, en tanto este nuevo medio de lectura y escritura promueve la libertad creativa, la reconfiguración del autor y del lector, el espacio festivo y virtual, la navegación infinita, la mediación del azar y la necesidad y la interactividad”, aporta Marcela Castro de la Pontificia Universidad Javeriana de Colombia.

Como sostuvo Antonio Moar, Director general del grupo Moar, durante su ponencia sobre simulaciones en On Line Educa Madrid 2004, las tendencias mencionadas dan cuenta de la necesidad que tiene la gente de ser protagonista, de participar activamente, y de modo placentero de experiencias concretas, que les permitan poner a prueba sus conocimientos en entornos virtuales, antes de enfrentarse a los reales. En definitiva, los alumnos desean ser actores protagónicos de su propio proceso de aprendizaje, al igual que en los juegos multimediales.



 Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 16h48
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La fuerza del e-learning global se sintió en Berlín II

Juegos y alumnos en vivo: algunas de las mejores instantáneas del evento

Uno de los momentos culminantes de la conferencia estuvo signado por la sesión paralela “Aprendices del Futuro”, donde Bill Seretta discutió con seis adolescentes y un niño de siete años sobre el uso y sus visiones de la tecnología. “Al contrario de lo que ocurre en otras conferencias sobre aprendizaje en línea a las que he asistido, aquí se pueden ver aprendices reales”, señaló el especialista Jonathan Finkelstein (LearningTimes).

Otro de los instantes de mayor interés se vivieron durante la sesión “Games and Simulations”, de la que participaron Armando Mann (Argentina), Sabine Hemsing (Alemania), Frank Boosman (Estados Unidos) y Waleed Salem (Alemania). El creciente interés que despiertan los aspectos lúdicos del e-learning entre los actores del sector, puede verse en las numerosas audiencias que se concentran entorno al juego en ambientes virtuales de aprendizaje. En alguna oportunidad Sigrid Loos se refirió a esta cuestión, al hablar sobre la necesidad general del hombre de sentirse parte de un grupo. “El juego es un lenguaje y como tal permite que las personas se comuniquen y se unan entre sí”, afirmó. En efecto, “el aprendizaje puede tornarse un proceso aburrido, falto de elementos motivadores y emocionales. En la educación a distancia la dificultad es mayor debido a la soledad inicial del alumno frente a la computadora y la dificultad de reemplazar el entorno social del aprendizaje cara a cara por uno virtual”, disparó el CEO de AXG Tecnonexo, Armando Mann, al comenzar su exposición. “Al igual que otras modalidades de educación a distancia, el e-learning sufre un alto grado de deserción de los alumnos por falta de motivación y de compromiso con los otros seres virtuales. Por estos motivos, el juego multimedial, combinado con el cooperativo, constituyen estrategias importantes en este tipo de modalidades. Las actividades lúdicas pueden ayudar a motivar al alumno y retenerlo hasta que complete sus estudios”, indicó.

Fonte: Santiago Subotovsky (Presidente AXG Tecnonexo)



 Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 16h38
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La fuerza del e-learning global se sintió en Berlín I

Santiago Subotovsky (Presidente AXG Tecnonexo)

La máxima conferencia internacional sobre aprendizaje virtual y tecnologías aplicadas a la educación superó todas las expectativas, convocando a casi a dos millares de personas y los principales especialistas mundiales del sector. Breve crónica de un evento en el que se habló del futuro y se trazaron perspectivas sobre las prácticas que actualmente se desarrollan en los seis continentes.

Con una fuerte presencia de representantes de Medio Oriente, la décima conferencia internacional Online Educa Berlín convocó a delegados de 66 países del mundo, reuniendo a un total de 1.703 personas ávidas de aprender y conocer las últimas tendencias del e-learning. La cantidad de asistentes refleja un notable crecimiento respecto de la edición 2004, en la que se registraron 1486 inscriptos. Un índice que manifiesta el progresivo interés que despierta la educación virtual entre empresas, gobiernos y universidades.

"Estamos muy contentos sobre la excelente recepción que tuvo esta edición y la calidad de los asistentes al evento de este año. El aumento continuo de la presencia de personalidades, así como el feedback positivo que registraron las compañías e instituciones expositoras, confirma la reputación de Online Educa Berlín en la gestión de negocios globales para la comunidad del aprendizaje internacional”, señaló Rebecca Stromeyer, Managing Director de ICWE GmbH y organizadora de la de la conferencia, que ha contado en su exposición comercial paralela con la participación de 118 compañías e instituciones de 26 países. Allí también estuvo presente la Comisión Europea, exhibiendo sus productos, proyectos y servicios; mientras que Noruega y Australia tuvieron áreas de exhibición en las que pudieron mostrarse las organizaciones que están trabajando el e-learning en cada uno de ambos países.

En la sesión plenaria sobre Outsourcing, Eilif Trondsen, de la SRI Consulting Business Intelligence (SRIC-BI), presentó los primeros resultados de un estudio desarrollado conjuntamente por ésta firma estadounidense y la compañía organizadora de la conferencia, ICWE GmbH. La investigación de alcance internacional, que contó con una participación de 800 personas de 46 países de Europa y América del Norte (provenientes de los sectores académico, gubernamental y corporativo), estará disponible próximamente en el portal: http://www.sric-bi.com/ . Entre sus resultados, se pudo determinar que el 61% de los consultados están tercerizando algunas de sus operaciones de aprendizaje y entrenamiento, al tiempo que el 64% sienten que sus superiores corporativos tienen una actitud muy positiva o algo positiva respecto de esta tendencia.

A fin de revelar la realidad que atraviesa la educación online en los mercados emergentes, la sesión “Implementación del e-learning a escala global”, incluyó la presencia de una empresa líder en América Latina. “Muchas experiencias latinoamericanas tienen la gran ventaja de poder hacer leap frogging, en el sentido de poder tomar las experiencias de empresas europeas y norteamericanas y evitar los errores que ellas han cometido. Adicionalmente, favorece a este fenómeno el hecho de que algunas empresas de e-learning de la región ya cuentan con una posición competitiva sólida en mercados como el estadounidense, por lo que pueden extrapolar fácilmente las mejores prácticas de una geografía a la otra, como lo hace AXG Tecnonexo”, aportó el Chief Commercial Officer de esta compañía, Marcos Fontela.

Al promediar la sesión plenaria del viernes 3 de diciembre por la mañana, Mark East (Senior Director del Education Solutions Group, de Microsoft Europe, Middle East, Africa) imaginó al mundo como un ambiente de aprendizaje enriquecido, libre y fluido, en el que aprendices desde el aula, el trabajo y la casa, fácilmente se conectan entre sí -con la información pertinente- cuando quieren y lo necesitan. “Para provocar esta visión, la tecnología, la política y los procesos comerciales necesitan ajustarse para crear oportunidades de aprendizaje para los estudiantes de hoy y los trabajadores del conocimiento del futuro”, sostuvo. “A través de la experiencia del cliente, las investigaciones innovadoras y las iniciativas tecnológicas, debemos lograr una perspectiva conectada con los problemas que enfrentan los educadores, administradores, funcionarios, estudiantes y referentes de la comunidad”, precisó.

Contexto y contenidos, siempre presentes

Durante las sesiones de la conferencia no faltó espacio para la polémica. Keynote speakers como Jay Cross, del Internet Time Group (USA), enfatizaron la importancia del aprendizaje informal; mientras que Tayeb Kamali, Vice Chancellor de la Abu Dhabi Petroleum University (ADPU) y CEO del Centre of Excellence for Applied Research and Training (CERT) de los Emiratos Árabes Unidos, admitió que el aprendizaje informal es una herramienta poderosa, aunque aclaró -en contrapunto con otros oradores- que “no se puede ponerlo en una caja y venderlo”.

Por su parte, Wayne Hodgins (Autodesk, USA), consideró que “el contexto es el factor decisivo para el aprendizaje exitoso. Cada aprendiz y cada problema son únicos”, apuntó, al referirse a la relevancia de los contextos específicos, destacando la interconexión que debe existir entre la estandarización y la personalización del aprendizaje. “La información y conocimiento deben estar disponibles en el momento preciso y adaptarse a las necesidades personales del aprendiz”, aseguró. En este sentido, Nancy DeViney (IBM Learning Solutions, USA), ponente de la sesión plenaria inaugural, dijo que “las organizaciones necesitan modelos centrados en el aprendiz”.

Consultado por las perspectivas que hoy plantea el mercado respecto de los contenidos de e-learning, el especialista británico Mark Johnstone (Director de e-Learning de BBC Worldwide) opinó que tienen un promisorio futuro por delante, porque hay potencial para un considerable aumento en la diversidad y localización de la producción, incrementando la competencia entre los proveedores y aumentando las alternativas de los consumidores. “Esto puede generar una mayor localización de la producción, asegurando que los materiales se adapten a las necesidades, idiomas y culturas locales”, aventuró. En tanto, Fabrizio Cardinali (CEO de Giunti Interactive Labs), completó la visión de su colega dando a entender que ya estamos inmersos en el futuro. “ Los nuevos cauces de distribución son capaces de administrar transparentemente el flujo personalizado de contenidos, detectando las necesidades y perfiles del usuario, como el contexto de uso, haciendo de la comunicación de masas una anormalidad histórica”, disparó.



 Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 16h34
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Plataforme Moodle alguns recursos e potenciais de utilização

Big brother na UnB? em 17/01/2005 10:15:00 

Correio Braziliense

Um software permite que professores acompanhem a vida escolar
dos alunos fora da sala de aula


Sentado em sua sala no Departamento de Matemática da Universidade de Brasília (UnB), o professor Leonardo Lazarte ri do nome pelo qual se tornou conhecido o projeto idealizado por ele: ‘‘big brother universitário’’. O acadêmico brinca e garante que o apelido é ‘‘coisa da mídia’’. No entanto, a comparação não deixa de fazer sentido. Afinal, agora pelo computador professores de mais de 60 disciplinas de diferentes departamentos da universidade poderão acompanhar todos os passos de mais de mil alunos.

Explica-se: desde abril do ano passado, um grupo de professores da UnB decidiu se organizar e adotar uma nova metodologia de ensino que explorasse as facilidades oferecidas pela tecnologia. Desde então, começaram a utilizar um software livre (gratuito e aberto a adaptações) chamado Plataforma de Aprendizagem Moodle, que permite saber o que cada estudante faz enquanto está fora da sala de aula.

Uma vez cadastrados ao sistema, os alunos das disciplinas participantes podem acompanhar pela plataforma o conteúdo das aulas já passadas e até mesmo o planejamento das seguintes. Além disso, o professor disponibiliza testes e exercícios para que o estudante pratique os conhecimentos obtidos de sala de aula. E o melhor é que o sistema é capaz de avisar quando a reposta estiver errada e ainda dar dicas de como chegar à solução correta.

Os universitários poderão, inclusive, ser avaliados on-line, uma vez que o professor tem acesso a todos os erros e acertos cometidos por cada um. ‘‘É uma forma de se fazer um atendimento personalizado. Considerando as repostas, o professor poderá analisar quem tem mais dificuldade ou ainda fazer uma avaliação de quais são as maiores necessidades da turma’’, explica Lazarte.

Vídeos e fóruns de discussão também fazem parte dos recursos da plataforma. Pelo programa, os alunos tiram dúvidas uns com os outros ou conversam com o professor. Há quem pergunte a solução de um determinado exercício, outro, por exemplo, que manda recado ao professor reclamando que existe algo errado na sua nota.

Já ao professor é oferecida a possibilidade de acompanhar cada passo da turma. Ele tem acesso a um relatório onde ficam registrados os horários em que o aluno acessou a plataforma, quanto tempo se manteve conectado, quais textos leu, quais exercícios resolveu.

No entanto, Lazarte esclarece que não se trata de um curso à distância, uma vez que continua sendo indispensável a presença do aluno em sala de aula e que ainda não se permite a adesão ao sistema de pessoas fora da universidade.

Primeiros testes

Utilizado em mais de três mil instituições de ensino em diversas partes do mundo, plataformas da aprendizagem como essa podem ser encaradas, segundo Lazarte, como uma forma de aproximar a comunidade da universidade. ‘‘Acredito que a única forma de ampliar o número de vagas nas instituições federais de ensino superior é explorar as novas tecnologias’’, defende. Assim, mais alunos poderiam ter acesso ao mesmo conteúdo que os estudantes recebem em sala de aula.

Ainda que tenha apoiado o projeto, a Universidade de Brasília não adotou o programa como algo institucional. Na UnB, somente os professores interessados se utilizam da plataforma para enriquecer os ensinamentos na sala de aula.

A partir deste ano, porém, a idéia é ampliar o acesso de mestres e alunos ao Moodle. Seguindo exemplo de outras universidades do país — como a Universidade de Campinas (Unicamp), que também utiliza uma plataforma de aprendizagem chamada Teleduc —, a UnB investe na iniciativa. Foram comprados pelo Centro de Educação à Distância (Cead) dois equipamentos que serão instalados no Centro de Informática (CPC). O resultado é que muitos mais alunos poderão ser acompanhados por esse tal ‘‘big brother universitário’’.



 Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 13h44
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